
As equipes ainda notaram que alguns dos internos estavam ali contra a sua vontade, levados para lá à força, sem cumprir os requisitos da lei 10.216/01. Por isso, a responsável pela clínica recebeu voz de prisão em flagrante, sendo conduzida ao Sistema Prisional, onde está à disposição da Justiça.
Segundo o delegado Diogo Luna, “a conduzida, além de ignorar os requisitos definidos pela legislação que trata das condições de atenção aos usuários ou dependentes de drogas, privou as vítimas de sua liberdade mediante cárcere privado, haja vista que os mantiveram internados no referido estabelecimento por mais de 15 (quinze) dias, contra a vontade, e, ainda, sem que a Clínica fosse autorizada a realizar referida modalidade de internação.
Além do delegado, participaram da ação o promotor Bruno Muller, agentes da Vigilância Sanitária, analistas, investigadores e escrivães da Polícia Civil.

