Segunda quinzena de junho no Memorial Vale tem programação para adultos e crianças

Shows de MPB e sanfona, espetáculos infantis e exposições estão na programação da segunda quinzena de junho do Memorial Minas Gerais Vale. No dia 18, sábado, às 15h, o Memorial recebe a abertura da Mostra Curió com a palestra “O adultocentrismo no mundo das artes”, com Dodi Leal. No domingo, dia 19, a Mostra Curió traz para as crianças o espetáculo “Enxergando o Invisível”, com a Cia. Trilhares, onde a palhaça Neneca de Beauvoir precisa resolver uma missão muito importante. Canções de um dos ícones da música nacional serão a atração da quinta-feira, dia 23, às 19h30, com a cantora e atriz, Mariana Arruda, que vai apresentar um mergulho na obra de Chico Buarque.  No sábado, 25, das 10h30 às 12h30 a Mostra Curió estará de volta com a Oficina “O Fantástico Mundo do Teatro de Sombras” que vai apresentar ao público infantil o teatro de animação por meio de uma de suas linguagens: o teatro de sombras. Quem também estará de volta no dia 25, sábado, entre 13h e 17h30, são o Palhaço Potássio, a DJ Sandri e as poetisas Zi Reis e Brisa Marques recitando seus versos, acompanhadas da musicista Patrícia Coutinho. O palco estará aberto para quem quiser declamar e soltar seu verbo ou canção. Essa é uma ação do Movimento Arte na Maternidade (MAM), dentro do projeto Eu, Criança, no Museu!.

E dias 25 e 26 de junho, sábado e domingo, sempre às 11h, na escadaria externa do Memorial Vale acontecem os pockets shows “Degrau da Sanfona”, com Toninho Ferragutti (SP) e Marcelus Anderson (MS), dia 25; e com Toninho Ferragutti (SP), dia 26. As apresentações integram o Festival Sotaques da Sanfona Brasileira, que tem direção de Giselle Goldoni Tisoe e curadoria de Toninho Ferragutti. Em sua 1ª edição, o Festival reúne alguns dos maiores sanfoneiros do país e homenageia Luiz Gonzaga, em programação gratuita com shows, palestras e workshops, na Praça de Santa Tereza, no período de 24 a 26 de junho, com o patrocínio do Instituto Cultural Vale. Programação em instagram.com/sotaquesdasanfona/ .

A programação vai contar com mais música no dia 26, domingo, às 11h, com o Assanhado Quarteto apresentando o show do CD Jararaca. Fechando o mês, no dia 30, quinta-feira, às 19h, o projeto Foto em Pauta retoma seus eventos presenciais recebendo para uma conversa o fotógrafo baiano Adenor Gondim que, na oportunidade, vai inaugurar a sua exposição “Por Onde Andei”.

Além dessas atrações, segue em cartaz, até 3 de julho, a exposição “Arte na Maternidade” com obras de três artistas visuais, mães, e de suas respectivas filhas – Luciana Brandão e Teresa, Iaci Carneiro e Cora, Lorena Barros e Flora.

Dando continuidade à ação iniciada no ano passado, o Memorial Vale irá presentear o público com ingressos  para assistir a dois concertos da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, na Sala Minas Gerais (Rua Tenente Brito Melo, 1.090, Barro Preto), nos dias 23 (Série Allegro) e 24 de junho (Série Vivace), quinta e sexta-feira, às 20h30. Os interessados deverão ligar para o telefone 3343-7317, nos dias 20 e 21, das 9h às 19h, para reservarem/ganharem os convites. Cada pessoa terá direito a no máximo dois convites, que deverão ser retirados no Memorial Vale nos dias 22 e 23, das 10h às 17h30.

O Memorial Vale, um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, fica na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, e tem entrada gratuita.

Confira os detalhes da programação da segunda quinzena de junho no Memorial Vale

18/06, quinta-feira, às 15h –    Abertura da 1° Edição da Mostra Curió  com a palestra “O adultocentrismo no mundo das artes”, com Dodi Leal

Mostra Curió  com a palestra “O adultocentrismo no mundo das artes”, com Dodi Lea.

No dia 18 de junho, às 15h, o Memorial Vale recebe a abertura da 1° Edição da Mostra Curió  com a palestra “O adultocentrismo no mundo das artes”, com Dodi Leal. Ela parte do entendimento de que as crianças vivem um rebaixamento cognitivo e estético no campo das artes. Nos processos de arte-educação, por sua vez, se encontram nos mecanismos adultos de tutela da infância um conjunto de pressupostos de cronologia linear da vida. Neste contexto, Dodi Leal questiona: como curiar a arte para além do adultocentrismo? Travesti educadora, performer e pesquisadora em Artes Cênicas, Dodi Leal é doutora em psicologia social e professora do Centro de Formação em Artes e Comunicação (CFAC) da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Palestra gratuita com retirada de ingressos uma hora antes do evento (no máximo um par por pessoa).

19/06, domingo, às 11h –  Enxergando o Invisível, com intérprete de Libras

“Enxergando o invisível”, da Cia Trilhares (Manaus/AM).

O Memorial Vale recebe no domingo, dia 19 de junho, às 11h, o espetáculo “Enxergando o invisível”, da Cia Trilhares (Manaus/AM), que faz parte da programação da Mostra Curió e integra o projeto Eu, Criança, no Museu!. A peça é estrelada pela amazonense Ananda Guimarães que tem baixa visão e usa a palhaça Neneca como voz para falar sobre as vivências de pessoas com deficiência em seu solo de palhaçaria. Os ingressos devem ser retirados uma hora antes do evento (no máximo um par por pessoa). Haverá intérprete de Libras.

“Enxergando o Invisível” traz a personagem Neneca de Beauvoir que precisa resolver uma missão muito importante. Com ajuda de um dispositivo universal, ela embarca em aventuras que só quem enxerga além do que os olhos podem ver conseguem resolver. Contemplado no Sesc Residência, o solo propõe estimular a reflexão para a emancipação de PCDS existindo e sendo reconhecidos por serem o que são, sem um olhar de pena ou medo. O público não PCD pode optar em usar um óculos de proteção personalizado para embarcar em uma experiência sensorial do espetáculo.

23/06, quinta-feira, às 19h30 –  “Francisco” com Mariana Arruda, em numa Noite de Chico Buarque

Cantora e atriz Mariana Arruda.

Um mergulho na obra de Chico Buarque, na voz da cantora e atriz Mariana Arruda, será a atração do Memorial Vale na quinta-feira, 23 de junho, às 19h30. Mariana vai interpretar canções que versam a lábia masculina e, diferente do que corriqueiramente acontece, em “Francisco” é o homem que canta suas amadas em infinitas relações destes amores baratos e mambembes. O show terá interpretação em libras e os ingressos devem ser retirados uma hora antes do evento (no máximo um par por pessoa).

“Francisco” tem pitadas cênicas bem dosadas neste repertório musical que vem não só da trajetória no teatro da intérprete, mas de toda a equipe artística envolvida no projeto. A direção do show é assinada pela atriz, figurinista e diretora Lira Ribas, filha do saudoso Marku Ribas, que explora neste espetáculo dois espaços complementares: da atriz e da cantora. A proposta é oferecer ao público um passeio que brinca com estes lugares que o Chico permeia: a atmosfera dos cabarés, do Rio, de Paris, do samba, da filosofia.

Os arranjos são de Leandro Aguiar, formado pela escola de música Bituca e ex-integrante do Grupo Ponto de Partida. A direção de voz e interpretação é de Babaya Morais, uma das mais renomadas nos estudos da voz e preparação vocal do Brasil. A interpretação de Mariana Arruda é teatral, pois este é seu lugar de origem, e a partir disso é feita a ponte entre música e teatro. Este trio de intensa experiência teatral, além de musical, aventurou-se neste espetáculo que mostra a face cantora da atriz Mariana Arruda, integrante da cia de teatro de rua Maria Cutia que há quase 17 anos pesquisa o diálogo entre música e teatro em seus espetáculos.

A escolha do repertório centra sua dramaturgia nas canções do eu lírico masculino, que trata de paixões, separações, exaltando suas amadas e o amor do compositor pelo samba e pela arte. Uma grande homenagem às mulheres e aos artistas. “Francisco” dá título ao espetáculo onde Mariana Arruda canta o Chico Buarque adorado por homens e mulheres. “Uma noite pra cantar o amor. Como se esse nosso Chico cantasse todos nós, com sua lábia tão peculiar”, brinca Mariana.

25/06, sábado, das 10h30 às 12h30  – Mostra Curió: Oficina “O Fantástico Mundo do Teatro de Sombras”

O Memorial Vale recebe, dentro do projeto Eu, Criança, no Museu!, como parte da programação da Mostra Curió, a oficina “O Fantástico Mundo do Teatro de Sombras”, no sábado, dia 25 de junho, das 10h30 às 12h30. A oficina vai apresentar o fantástico mundo do teatro de animação por meio de uma de suas linguagens: o teatro de sombras. A atividade é gratuita com inscrições prévias através do telefone 31 3343-7317. Vagas limitadas.

Na oficina serão abordados e trabalhados conceitos teóricos e práticos como apresentação de tipos de iluminação, telas, e construção de bonecos (silhuetas) buscando propiciar aos participantes exercícios práticos de criação, produção e manipulação no Teatro de Sombras.

A marionetista, pesquisadora da linguagem das formas animadas e produtora cultural, Daiane Baumgartner, é quem vai ministrar a oficina. Daiane foi coordenadora, pesquisadora, atriz-sombrista e bonequeira da Companhia da Sombra, onde pesquisou a linguagem do teatro de sombras e suas relações com o gênero do horror de 2013 a 2016. A partir de 2017, passou a se dedicar exclusivamente a pesquisas no campo do Teatro de Formas Animadas investigando as linguagens de Teatro de Sombras, Teatro Lambe-Lambe e Bonecos-híbridos se debruçando sobre formas de construção de bonecos, cenas e dramaturgias sempre com a intenção de levantar questões e tabus a respeito de temas como medo do desconhecido e da morte, envelhecimento, feminismo e infância.

25/06, sábado, 13h às 17h30 – MAM convida Patrícia Coutinho, Zi Reis e Brisa Marques

O coletivo Movimento Arte na Maternidade (MAM) promove no Memorial da Vale uma tarde de alegria no sábado, dia 25 de junho. Das 13h às 17h30, uma série de atividades foram preparadas para crianças, mães e todo público. A iniciativa integra a programação do projeto Eu, Criança, no Museu! Sujeito à lotação. Lugares limitados.

Às 14h a atração será o Palhaço Potássio, em Aventuras de Protássio. No espetáculo, o multiartista vive aventuras e executa técnicas de malabarismo com bolinhas e bola de cristal, equilibrismo com monociclo e cadeiras, brincadeiras e muito improviso.

Sandra Leão, também conhecida como DJ Sandri, se apresenta logo na sequência, às 15h. Pandeirista, Dj, professora de música e pesquisadora musical, desde 2007 toca em rodas de choro de Beagá e em 2013 se tornou Djéia Seletora. Faz parte do grupo Choro do Jura e das selectas de reggae Radiola Sista.

Após a apresentação da DJ Sandri, a musicista Patrícia Coutinho, com voz e violão, vai acompanhar as poetisas Zi Reis e Brisa Marques recitando seus versos.  Patrícia Coutinho é musicista autodidata, autora e mãe da Helena de 8 anos. Artista cativa do MAM, teve a sua estreia nos palcos na I Mostra de Arte na Maternidade realizada em 2021. Suas canções, em parceria com seu companheiro e violonista Thiago Diniz falam dos seus afetos, sentimentos e lugar no mundo.

Zi Reis é mãe e mulher periférica, moradora de Contagem. Multiartista, é bacharel em Artes Visuais e realizadora audiovisual, dirigindo e produzindo diversos filmes de retomada ao longo dos últimos 10 anos. Brisa Marques é performer, jornalista, curadora, escritora e letrista. Tem 2 livros de poesia, lançados, respectivamente, em 2009 e 2018, “Entre as veias de fato” e “corpo-concreto”. Tem músicas gravadas por parceires de diferentes lugares. Criou e apresentou os programas “Cardápio Cultural”, exibido pela BH News; “Ação ilimitada”, na Rede Minas; “Casa Aberta”, “Lusofonia,os vários sons da língua portuguesa”, “Disco de Pelúcia” e “Estúdio vivo”, exibidos pela Rádio Inconfidência; da qual foi também Diretora Artística.

25 e 26/6, sábado e domingo, às 11h, “Degrau da Sanfona” – Festival Sotaques da Sanfona Brasileira

Toninho Ferragutti.

Dias 25 e 26 de junho, sábado e domingo, sempre às 11h, na escadaria externa do Memorial Vale acontecem os pockets shows “Degrau da Sanfona”, com Toninho Ferragutti (SP) e Marcelus Anderson (MS), dia 25; e com Toninho Ferragutti (SP), dia 26. As apresentações integram a programação do Festival Sotaques da Sanfona Brasileira, que tem direção de Giselle Goldoni Tisoe e curadoria de Toninho Ferragutti. Em sua 1ª edição, o Festival reúne alguns dos maiores sanfoneiros do país e homenageia Luiz Gonzaga, em programação gratuita com shows, palestras e workshops, na Praça de Santa Tereza, no período de 24 a 26 de junho, com o patrocínio do Instituto Cultural Vale. Programação em instagram.com/sotaquesdasanfona/ .

Toninho Ferragutti é um dos maiores músicos do país e apaixonado confesso pelo instrumento. “A sanfona, também chamada de gaita no Sul, integra a alma musical brasileira. Ela ajuda a escrever e iluminar a música popular das diversas regiões do Brasil. A sua grande beleza é ser um dos instrumentos de principal protagonismo na nossa música popular”, pontua.

Marcelus Anderson é compositor e acordeonista, nascido em Aquidauana (MS), iniciou seu caminho musical com um acordeon de 48 baixos que ganhou de seu avô aos 8 anos de idade.  Nascido e criado no Pantanal Sul, tomou gosto e se identificou com a cultura Pantaneira. Trabalhou durante 12 anos com o grande artista Pantaneiro Almir Sater. Percorreu o Brasil inteiro levando a cultura Pantaneira com sua sanfona. Trabalhou com artistas de extrema importância para a música popular brasileira, tais como Sérgio Reis, Renato Teixeira, Almir Sater, entre outros. Participou de gravações de inúmeros artistas do meio sertanejo, como Michel Teló, Jads e Jadson, Marcos e Belutti, Henrique e Eduardo, Victor e Léo, Fernando e Sorocaba e muitos outros artistas de grande expressão nacional. Seu trabalho mais recente foi gravando acordeon e violão para as trilhas da novela Pantanal, da Rede Globo. Também participou de cenas da novela acompanhando o personagem Eugênio (Almir Sater), em festas na fazenda de Zé Leôncio (Marcos Palmeira).

Toninho Ferragutti é músico, compositor e arranjador, nasceu no interior do Estado de São Paulo, onde foi incentivado pelo pai, Pedro Ferragutti, também músico saxofonista e compositor de valsas, choros, dobrados e marchas. Em mais de 35 anos de carreira bem-sucedida, participou de shows e álbuns de importantes artistas no Brasil e exterior, como Gilberto Gil, Edu Lobo, Antonio Nóbrega, Elba Ramalho, Mônica Salmaso, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Chico Cesar, Sivuca, Dominguinhos, Oswaldinho do Acordeon, Lenine, Paulo Moura, Marisa Monte, Elza Soares e muitos outros. Também já tocou com diversas orquestras sinfônicas como a OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo). Tem 15 álbuns solo e em parceria, recebeu diversos prêmios e indicações ao Grammy Latino. É professor, promove oficinas musicais em sua casa, e é devoto de Dominguinhos, Hermeto Pascoal e Gilberto Gil.

26/06, domingo, às 11h – Memorial Instrumental traz o Assanhado Quarteto com o show do CD Jararaca

       Grupo Assanhado Quarteto.

O grupo Assanhado Quarteto apresenta, dentro do projeto Memorial Instrumental, o show do novo CD Jararaca, que traz as várias influências do grupo durante seus 10 anos de trajetória. Formado por André Milagres (violão de sete cordas e guitarra), Lucas Ladeia (cavaco), Rodrigo Boi Magalhães (baixo elétrico e acústico) e Rodrigo Picolé (bateria e vibrafone), o grupo se apresenta no domingo, 26, às 11h. Os ingressos devem ser retirados uma hora antes do evento ( no máximo um par por pessoa).

O Assanhado Quarteto surgiu a partir de uma proposta coletiva de execução do repertório de choro com uma formação um tanto inusitada: utilizam instrumentos como o baixo-acústico, a bateria, a guitarra e o vibrafone somados ao violão de sete cordas e cavaquinho, já comuns ao gênero. Com 10 anos de atuação e dois discos lançados (“Feira”, 2015 e “Jararaca”, 2021), o som diverso do Assanhado é hoje uma referência para o choro feito em Minas Gerais. O grupo tem se apresentado em diversas cidades do Brasil e do mundo (Lisboa, Porto, Paris, Melbourne e Sydney) e recebido alguns dos mais importantes prêmios destinados à música instrumental no país.

Em seu segundo disco, “Jararaca”, lançado em 26 de setembro de 2021, o quarteto contou com a produção de Rafael Martini e a participação de grandes músicos brasileiros, como Bebê Kramer (RS), Carol Panesi (RJ/SP), Gabi Guedes (BA), Paulo Fróis (MG), além do próprio Rafael Martini. Como o bicho, o disco “Jararaca” tem feições variadas, assumindo diferentes roupagens e dialogando com estéticas múltiplas, sem perder a essência de seus brasileirismos.

O Memorial Instrumental, realizado mensalmente pelo Memorial Minas Gerais Vale desde fevereiro de 2020, tem curadoria de Juliana Nogueira. Ela é produtora cultural há mais de 25 anos. Atua na cena cultural de BH com projetos dedicados à música instrumental e  produções com atuação de profissionais femininas. É também uma das idealizadoras, criadoras e produtoras do Festival Baderna, realizado somente por mulheres.

30/06, quinta-feira, às 19h – Foto em Pauta com Adenor Gondim e abertura da exposição Por Onde Andei – com tradução em Libras.

O Memorial Vale recebe o projeto Foto em Pauta, que retoma seus eventos presenciais e recebe para uma conversa aberta o fotógrafo baiano Adenor Gondim, na quinta-feira, dia 30 de junho, às 19h. Nos últimos 40 anos, Adenor Gondim construiu um representativo acervo de imagens sobre o catolicismo popular, a religiosidade afro-brasileira e o sincretismo. Seu trabalho já foi apresentado em diversos museus no Brasil e no exterior e a partir do dia 30 estará em exposição no Café do Memorial Minas Gerais Vale.

Adenor Gondim nasceu em Ruy Barbosa, no sertão da Bahia, em 1950. Graduado em Biologia pela UFBA, adotou a fotografia como meio de sobrevivência e de expressão. A religiosidade popular se impôs como tema à medida que se afirmavam o fascínio e o respeito pelas manifestações da fé.

30/06 a 18/08 – Exposição “Por Onde Andei”, de Adenor Gondim

A partir da quinta-feira, dia 30 de junho, o Café do Memorial recebe a exposição “Por Onde Andei” do fotógrafo baiano Adenor Gondim. A exposição, que integra o projeto Mostra de Fotografia, reúne imagens dos mais de 40 anos dedicados à fotografia documental, com ênfase nos registros de manifestações religiosas populares no nordeste brasileiro. “Por Onde Andei” seguirá em cartaz até o dia 18 de agosto.

Com um reconhecido trabalho já apresentado em diversos museus do Brasil e do exterior, Adenor Gondim nasceu em Ruy Barbosa, no sertão da Bahia, em 1950. Graduado em Biologia pela UFBA, adotou a fotografia como meio de sobrevivência e de expressão. A religiosidade popular se impôs como tema à medida que se afirmavam o fascínio e o respeito pelas manifestações da fé. Nos últimos 40 anos, Adenor construiu um representativo acervo de imagens sobre o catolicismo popular, a religiosidade afro-brasileira e o sincretismo.

Até 3/7 – exposição “Arte na Maternidade”

O Memorial Minas Gerais Vale recebe a exposição “Arte na Maternidade” com obras de três artistas visuais, mães, e de suas respectivas filhas – Luciana Brandão e Teresa, Iaci Carneiro e Cora, Lorena Barros e Flora, e resulta de uma residência artística vivida por elas, durante três meses da pandemia. Nesse período, entre agosto e outubro de 2021, foram produzidas dez obras de cada artista e cinco de cada artista filha, totalizando 45 obras, que ocupam as galerias do Memorial Vale, desde o dia 14 de maio, até o dia 3 de julho.

A exposição integra o Movimento Arte na Maternidade (MAM) que surgiu a partir de questionamentos artísticos, socioeconômicos e políticos sobre o exercício da maternidade no campo artístico. A curadoria é de Flaviana Lasan.

Serviço: Memorial Minas Gerais Vale 

Endereço: Praça da Liberdade, nº 640, esquina com Rua Gonçalves Dias, Savassi

Funcionamento – Terça, quarta, sexta e sábado: das 10h às 17h30, com permanência até as 18h.

Quinta, das 10h às 21h30, com permanência até as 22h.

Domingo, das 10h às 15h30, com permanência até as 16h.

Memorial Minas Gerais Vale

O Memorial Minas Gerais Vale, um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

Circuito Liberdade 

O Memorial Minas Gerais Vale é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.