Estudantes de Itabira sofrem grave acidente no resort Tauá

Duas alunas do Colégio Nossa Senhora das Dores, de Itabira, foram atingidas por uma árvore no resort Tauá, em Caeté, na segunda-feira (3). Elas estão internadas na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.
O estado de saúde das crianças é considerado grave e, de acordo com as informações da direção do Colégio, a aluna Ana Luiza Chaves Oliveira, de 10 anos, sofreu um traumatismo craniano. Os médicos aguardam a evolução do quadro para decidir se ha a necessidade de uma intervenção cirúrgica.
A outra aluna, Rafaela Rodrigues Oliveira Chaves, também de 10 anos, sofreu uma fratura no fêmur e apresenta suspeita de lesões na coluna e no tórax. Sua transferência para o Hospital Vila da Serra, em Nova Lima, é estudada.
Além das garotas, duas funcionárias do resort foram atingidas pela árvore e tiveram ferimentos. Thamires Viviane Batista, de 31 anos, apresentava suspeita de traumatismo craniano e também foi encaminhada ao Hospital João XXIII. Karolayne Maria Souza Silva, de 21, teve lesões leves.
A turma de alunos do 5º ano do Colégio Nossa Senhora das Dores chegou ao Tauá na manhã de segunda-feira e passariam o dia no resort. Por volta das 13h, uma árvore de grande porte se desprendeu e caiu sobre a área da piscina, onde estava concentrado o grupo de estudantes e as monitorias do estabelecimento.
Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas e o Batalhão de Operações Aéreas (BOA) também foi empenhado e enviou uma aeronave para o local. As vítimas receberam os primeiros socorros ainda no Tauá, que mantém uma equipe de enfermagem.
A assessoria do Grupo Tauá afirmou que está dando todo o suporte necessário às vítimas. A empresa disse que a manutenção das árvores é feita com regularidade e apontou as fortes chuvas que atingem a região como motivo para a queda da árvore. Segundo a assessoria, a área onde aconteceu o acidente foi isolada e as demais dependências do hotel funcionam normalmente. O caso será investigado pela Polícia Civil